Genes Letais:
derrubam a proporção de Mendel 1 : 2 : 1 .( Muitas
vezes as proporções não eram de acordo com
Mendel , corretas .Chegou-se a conclusão de que havia raramente
, uma combinação letal entre os genes .).Para cada
cruzamento só existe uma combinação letal
.
Herança Intermediária
A herança intermediária é o tipo de dominância
em que o indivíduo heterozigoto exibe um fenótipo
diferente e intermediário em relação aos
genitores homozigotos.Vejamos os seguintes exemplos:
Exemplo 1. A planta ""maravilha""
(Mirabilis jalapa) apresenta duas variedades básicas para
a coloração das flores: a variedade Alba(com flores
brancas) e a variedade rubra (com flores vermelhas). chamando
o gene que condiciona flores brancas de B e o gene para flores
vermelhas de V, o genótipo de uma planta com flores brancas
é BB, e o genótipo de uma planta com flores rubras
é VV. Cruzando-se esses dois tipos de plantas (VV X BB),
os descendentes seram todos VB; as flores dessas plantas (VB)
serão rosas, isto é, exibirão um fenótipo
intermediário em relação aos fenótipos
paternais(flores vermelhas e brancas).
Exemplo 2. Nas galinhas de raça andaluza,
o cruzamento de um galo de plumagem preta (PP) com uma galinha
de plumagem branca(BB) produz descendentes com plumagem azulada
(PB). Percebe-se então que a interação do
gene para a plumagem preta(P) com o gene para plumagem branca(B)
determina o surgimento de um fenótipo intermediário
(plumagem azulada).
Co-dominância
A co-dominância é o tipo de ausência de dominância
em que o indivíduo heterozigoto expressa simultaneamente
os dois fenótipos paternos. Como exemplo podemos considerar
da cor da pelagem em bovinos da raça Shorthon: os indivíduos
homozigotos AA tem pelagem vermelha; os homozigotos BB tem pelagem
branca;e os heterozigotos AB têm pêlos brancos e pêlos
vermelhos alternadamente distribuídos.
Alelos Múltiplos : Atrás de um determinado fenótipo
ha mais de um par de alelos .Eles obedecem as proporções
mendelianas.
Tomemos como exemplo a cor da pelagem dos coelhos
.
> = domina
Cch > Ch > Cc > Ca > c
Um só par entra na constituição do genótipo
do coelho ( cada indivíduo tem 2 alelos ).
Os alelos múltiplos tem uma seqüência de dominância
.
Grupos sangüíneos ( caso de alelos múltiplos
):
- Se tiver mais de dois genes é um caso de alelos múltiplos
;
- Se tiver mais de dois fenótipos pode ser um caso de herança
sem dominância .
|
| Sistema
ABO:
Introdução:
Foi no século XX que a transfusão de sangue,
adquiriu bases mais científicas. Em 1900 foram descritos
os grupos sanguíneos A, B e O por Landsteiner e em 1902 o
grupo AB por De Costello e Starli. A descrição do
sistema Rh foi posterior (1940), por Landsteiner e Wiener.
Os grupos sanguíneos são
constituídos por antígenos que são a expressão
de genes herdados da geração anterior. Quando um antígeno
está presente, isto significa que o indivíduo herdou
o gene de um ou de ambos os pais, e que este gene poderá
ser transmitido para a próxima geração. O gene
é uma unidade fundamental da hereditariedade, tanto física
quanto funcionalmente.
Sistema ABO:
Há vários grupos sangüíneos herdados
independentemente entre si. São conhecidos diversos sistemas
de grupo sangüíneos.
Entre eles podemos citar os sistemas
ABO, Rh, MNS, Kell, Lewis, etc. O sistema ABO é o de maior
importância na prática transfusional por ser o mais
antigênico, ou seja, por ter maior capacidade de provocar
a produção de anticorpos, seguido pelo sistema Rh.
Os antígenos deste sistema estão
presentes na maioria dos tecidos do organismo . Fazem parte deste
sistema três genes A, B e O podendo qualquer um dos três
ocupar o loco ABO em cada elemento do par de cromossomos responsáveis
por este sistema.
Os genes ABO não codificam diretamente
seus antígenos específicos, mas enzimas que tem a
função de transportar açúcares específicos,
para uma substância precursora produzindo os antígenos
ABO.
O indivíduo do grupo AB é
possuidor de um gene A e de um gene B, tendo sido um herdado da
mãe e o outro do pai. Ele possui nos seus glóbulos
vermelhos os antígenos A e B, seu genótipo é
AB.
No caso do grupo O, foi herdado do pai
e da mãe o mesmo gene O. O gene O é amorfo, isto é,
não produz antígeno perceptível. As células
de grupo O são reconhecidas pela ausência de antígeno
A ou B. Quando o gene O é herdado ao lado de A, apenas o
gene A se manifesta; e se é herdado ao lado do gene B apenas
o gene B se manifesta.
Ao realizarmos os testes rotineiros
em laboratório, não podemos diferenciar os indivíduos
BO e BB, e nem AO e AA. Os símbolos A e B, quando nos referimos
a grupos, indicam fenótipos, enquanto que AA, BO etc. são
genótipos (ver quadro abaixo).
FENÓTIPO |
GENÓTIPO |
A |
AO |
A |
AA |
O |
OO |
B |
BO |
B |
BB |
| AB |
AB |
É dito homozigótico quando
o indivíduo é possuidor de genes iguais (AA, BB, OO),
e heterozigótico quando os genes são diferentes (AO,
BO, AB) |
A CLASSIFICAÇÃO
SANGÜÍNEA
A determinação do grupo sangüíneo
deste sistema, é feito usando dois tipos de teste.
1º– Através da identificação
da presença de antígenos nos eritrócitos,
usando reativos compostos de anticorpos conhecidos (anti-A, anti-B,
anti-AB). Esta é a chamada classificação
ou tipagem direta .
2º– Através da identificação
da presença de anticorpos no soro/plasma usando reativos
compostos de antígenos conhecidos (hemácias A e
hemácias B). Esta é a classificação
ou tipagem reversa (ver quadro abaixo).
GRUPO SANGUÍNEO |
SORO DE TIPAGEM
Anti-A Anti-B |
HEMÁCIAS
DE TIPAGEM
A B |
ANTÍGENO |
ANTICORPO |
A |
+ |
- |
- |
+ |
A |
Anti-B |
B |
- |
+ |
+ |
- |
B |
Anti-A |
AB |
+ |
+ |
- |
- |
AB |
Ausente |
O |
- |
- |
+ |
+ |
- |
Anti-A e Anti-B |
Regularmente as pessoas expostas a um antígeno que não
possuem, podem responder com a produção de um anticorpo
específico para este antígeno. Entretanto, há
alguns antígenos que possuem uma estrutura que se parece
muito com antígenos de bactérias e planta, aos quais
estamos constantemente expostos. Nestes casos, ocorre a produção
de anticorpos a partir do contato com as bactérias e plantas,
e não ao antígeno eritrocitário.
Neste grupo encontramos os antígenos do sistema ABO. Por
este processo, os indivíduos com idade superior a seis
meses, possuem o anticorpo contra o antígeno que não
tem, pois já foram expostos a essas bactérias e
plantas, através da alimentação. Estes anticorpos
são chamados de isoaglutininas ou aglutininas naturais.
Observando o quadro acima podemos perceber a presença
dos antígenos e anticorpos em cada grupo sanguíneo.
É nesta presença ou ausência de antígenos
e anticorpos que se baseia a tipagem sanguínea e a escolha
do sangue a ser transfundido.
As transfusões podem ser:
* Isogrupo – quando doador e receptor são do mesmo
grupo ABO
* Heterogrupo – doador e receptor são de grupo sanguíneo
diferente
A escolha do sangue se baseia em que o indivíduo não
pode ser transfundido com um sangue que possua um antígeno
que ele não tem, pois o anticorpo presente no seu plasma,
contra esse antígeno, iria reagir com essas hemácias
transfundidas. Em vista disso e observando o quadro acima, fica
claro que um indivíduo do grupo A não pode tomar
sangue B e assim por diante.
Sempre que possível deve se transfundir sangue isogrupo,
pois se por exemplo, transfundimos um sangue do grupo O a um paciente
do grupo A, junto com as hemácias transfundidas temos uma
quantidade de plasma onde há anticorpo anti-A, que poderá
reagir com as hemácias deste paciente causando um grau
de hemólise maior ou menor, mas que poderá ter um
significado a depender do quadro clinico do paciente. Cada caso
deve ser analisado pelo hemoterapeuta .
Este sistema ABO, também pode ocasionar incompatibilidade
materno-fetal, com desenvolvimento da doença hemolítica
peri-natal. Apresenta também importância em transplantes
renais ou cardíaco, com menor papel nos hepáticos
ou de medula óssea. Em alguns processos pode ocorrer a
perda parcial do antígeno A ou B, como em algumas leucemias.
No soro , parte do plasma onde se concentram
anticorpos ( proteínas de defesa), são usados contra
o antígeno.
B : no grupo A
A : no grupo B
nenhum : no grupo AB
A, B, AB : no grupo O
- AB : Receptor universal
- O : Doador universal
|
|
Sistema Rh:
Quando referimos que o indivíduo é
Rh Positivo, quer dizer que o antígeno D está presente.
O antígeno D foi o primeiro a ser descoberto nesse sistema,
e inicialmente foi considerado como único. Além
deste, foram identificados quatro outros antígenos C, E,
c, e, pertencentes a este sistema. Após os antígenos
A e B (do sistema ABO), o antígeno D é o mais importante
na prática transfusional.
Em algumas situações podemos ter uma expressão
fraca do antígeno D . Isso pode ocorrer por:
* Variações quantitativas que
são transmitidas genéticamente
* Efeito de posição, sendo o mais conhecido o enfraquecimento
do antígeno D quando o gen C está na posição
trans em relação ao D
* Expressão parcial por ausência de um dos múltiplos
componentes do antígeno D
Estes casos são chamados na prática
de Rh fraco, e se refere ao que era conhecido anteriormente como
Du.
Ao contrário do que ocorre com os antígenos
A e B, as pessoas cujos eritrócitos carecem do antígeno
D, não tem regularmente o anticorpo correspondente. A produção
de anti-D quase sempre é posterior a exposição
por transfusão ou gravidez a eritrócitos que possuem
o antígeno D. Uma alta proporção de pessoas
D-negativas que recebem sangue D-positivo produzem anti-D.
Se encontramos um anticorpo deste sistema podemos
concluir que ocorreu uma imunização através
de uma transfusão ou de uma gravidez. Qualquer antígeno
deste sistema é capaz de provocar a produção
de anticorpos, e assim a gerar situações de incompatibilidade.
Aloimunizações contra antígenos
E, c, e, C são também observadas em pacientes politransfundidos,
mas com uma freqüência inferior.
A maioria dos casos de Doença Hemolítica
do Recém-Nascido (DHRN) é devida ao anti-D. A profilaxia
por imunoglobulinas anti-D diminuiu o número de aloimunizações
maternas contra o antígeno D, mas não contra E,
c, e, C
Na rotina, é realizada a tipagem, apenas,
para o antígeno D nesse sistema. Os outros antígenos
(E, C, c, e), são determinados em situações
onde ocorre incompatibilidade, e é necessário obter
sangue que não possuam algum desses antígenos.
A produção de anticorpos contra estes
antígenos ocorre de forma semelhante a produção
de anti-D. A capacidade de provocar a produção de
anticorpos destes antígenos varia. Partindo do mais imunogênico,
temos D > c > E > C > e.
TRANSFUSÃO
Para efeito de transfusão, é considerado
que pacientes Rh positivos podem tomar sangue Rh positivo ou negativo,
e que pacientes Rh negativos devem tomar sangue Rh negativo.
Para os pacientes D fraco, existem alguns critérios
a serem observados. Se o antígeno D está enfraquecido
por interação gênica, estando o mesmo presente
integralmente, o paciente poderá tomar Rh positivo ou negativo.
Porém nos casos em que o antigeno D está enfraquecido
por ausência de um dos componentes, pode ocorrer produção
de anticorpos contra o antigeno D na sua forma completa. Como
rotineiramente, não identificamos a causa que leva a expressão
enfraquecida do antígeno, acostuma-se a dar preferência
a usar sangue Rh negativo para os pacientes Rh fraco. (1)
Existem situações clínicas
onde é necessário avaliar o risco X benefício,
e fazer outras opções. Neste momento é necessário
o acompanhamento do hemoterapeuta.
|
Resumo:
| Genótipo |
Dd , DD |
dd |
| Fenótipo |
Rh + |
Rh - |
Rh - : não tem nas paredes da hemácia
o fator Rh ;
Se um Rh - doar sangue para um Rh+ , ele estará entregando
hemácias lisas e nada acontece;
Se um Rh + doar sangue para um Rh -, ele estará entregando
uma proteína estranha (fator Rh ), no soro do receptor
pode haver anticorpos, assim pode ocorrer a aglutinação
do sangue .
|
Eritroblastose Fetal: (Doença hemolítica
do recém - nascido)
A mãe e o feto possuem Rh diferentes. ( mãe -
, filho + ).
Nos últimos meses de gravidez , a criança comprime
o abdome da mãe . E comum haver contato de sangue materno
e sangue fetal .Quando isso ocorre o sistema imunológico
e ativado , iniciando a produção de anticorpos . Não
acontece nada dessa primeira vez. Mas , no caso de uma segunda gravidez
, o sistema imunológico produz anticorpos com mais rapidez
e quantidade .O soro da mãe passa para o feto , ocorrendo
uma reação nas hemácias : o bebe recebe sangue
Rh - , podendo assim ocorrer um aborto . Em caso de nascimento o
bebe apresenta problemas hepáticos .
· A mãe fica muito sensibilizada.
· É evitada através de vacinas.
Linkage:
- Não segue as proporções mendelianas .
- Genes diferentes localizados no mesmo cromossomo.
- Diferentes proporções de gametas : Linkage
- A porcentagem de gametas com crossing over e sempre menor do
que cromossomos sem crossing over.
Mapas Genéticos:
Exemplo: 3 genes
Taxa de recombinação entre : a e b : 21%
a e c : 15%
Quanto maior a taxa de recombinação entre os genes
, maior a distancia .Quanto mais distantes mais facilmente ocorreram
as quebras .
a b isômero cis heterozigoto
A B
A b isômero trans heterozigoto
a B
Cromossomos Sexuais:
2n = 46
23 pares de cromossomos
22 pares autossômicos
1 par sexual
Sexo heterogamético:
Indivíduo que fabrica gametas com cromossomos sexuais diferentes
. Entre os mamíferos é o indivíduo masculino
, e entre os repteis , o feminino .
Sexo homogamético:
Fabrica gametas com cromossomos sexuais iguais .
|
|
Consiste no processo pelo qual dois ou mais pares de genes, com
distribuição independente, condicionam conjuntamente
um único caráter.
Ex.: CRISTAS EM GALINHAS:
1) Crista ervilha: EE rr ou Ee rr.
2) Crista Rosa: ee RR ou ee Rr.
3) Crista Noz: EE RR ou EE Rr ou Ee RR ou Ee Rr.
4) Crista Simples: ee rr.
Epistasia
Constitui uma modalidade de interação gênica
na qual genes de um par de alelos inibem a manifestação
de genes de outros pares. Na epistasia a dominância manifesta-se
entre genes não-alelos.
nQuando o gene epistático é dominante em relação
ao seu alelo - como o gene I, no caso da coloração
da plumagem em galinhas leghorn - a epistasia é chamada dominante.
Nos casos em que o gene epistático é recessivo, no
seu par de alelos, a epistasia é denominada recessiva.
Ex: Plumagem colorida: CC ii ou Cc ii.
Plumagem branca: CC II ou CC Ii ou Cc II ou Cc Ii ou cc II ou cc
Ii ou cc ii.
|
EPISTASIA RECESSIVA
O Genótipo recessivo de um locus inibe a expressão
dos genes do outro par de alelos. Ex: cor da pelagem de camundongos.
Genótipo |
Fenótipo |
CCBB, CcBb, Ccbb, CCBb |
Pêlo preto |
Ccbb, Ccbb |
Pêlo marrom |
ccBB, ccBc, ccbb |
Albino (pêlo branco) |
| CcBb |
X |
CcBb |
| CB |
Cb |
cB |
cb |
| CB |
CCBB |
CCBb |
CcBB |
CcBb |
| Cb |
CCBb |
CCbb |
CcBb |
ccbb |
| cB |
CcBB |
CcBb |
ccBB |
ccBb |
| Cb |
CcBb |
Ccbb |
ccBb |
ccbb |
9 pretos; 3 marrons: 4 albinos
|
Epistasia Recessiva Duplicada
Ocorre quando qualquer um dos alelos em homozigose recessiva é
epistático sobre o gene dominante do outro par. Ex: cor
da flor de ervilhas-de-cheiro.
Genótipo |
Fenótipo |
BBCC, BBCc, BbCc, BbCC |
Púrpura |
bbCC, bbCc, BBcc, Bbcc, bbcc |
Branca |
BbCc |
X |
BbCc |
|
BC |
Bc |
bC |
bc |
BC |
BBCC |
BBCc |
BbCC |
BbCc |
Bc |
BBCc |
BBcc |
BbCc |
Bbcc |
bC |
BbCC |
BbCC |
bbCC |
bbCc |
Bc |
BbCc |
Bbcc |
bbCc |
bbcc |
9 Púrpuras: 7 Brancas
|
Herança Quantitativa
Dois ou mais pares de genes apresentam seus efeitos
somados, em relação a um mesmo caráter, de
maneira a ocasionar a manifestação de um fenótipo
em diferentes intensidades.
Ex.: A coloração da pele humana é condicionada
por dois pares de genes que produzem a melanina, pigmento escuro
cuja quantidade determina a cor da pele.
NEGROS: AA BB.
MULATOS ESCUROS: AA Bb, Aa BB.
MULATOS MÉDIOS: AA bb, AaBb, aa BB.
MULATOS CLAROS: Aa bb, aa Bb.
BRANCOS: aa bb.
Número
de Fenótipos = nº de genes + 1 |
|
Pleiotropia
É o inverso da interação gênica. Um
único par de genes atua na manifestação de
vários caracteres.
Ex.: FENILCETONÚRIA:
A criança afetada é portadora de um par de alelos
recessivos, que condicionam um defeito na enzima fenilalanina
hidroxilase, responsável pela conversão do aminoácido
fenilalanina em tirosina. Em vez do tirosina, forma-se o ácido
fenilpirúvico, que se acumula na sistema nervoso, ocasionando
deficiência mental.
O aminoácido tirosina participa também da produção
de melanina. Por isso, as crianças fenilcetonúricas
exibem também pele mais clara do que deveriam ter.
Como se vê, neste caso apenas um par de genes atua em dois
caracteres diferentes: cor de pele e capacidade de matabolização
da fenilalanina.
Ex: Anemia falciforme |
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